A Conta Que Nunca Fecha
Isso aí é uma imagem do contraste fiscal brasileiro: onde o dinheiro público é gasto com facilidade e onde ele faz falta no dia a dia da população. Enquanto setores essenciais como saúde e educação sofrem com tesouradas orçamentárias recorrentes, as despesas voltadas à manutenção do poder, privilégios corporativos e acordos políticos seguem blindadas de cortes.
Para questões da população, o Estado alega restrição fiscal para cumprir despesas operacionais básicas, como o funcionamento de hospitais públicos, o fornecimento de medicamentos e a manutenção de escolas e bolsas de pesquisa.

Comentários
Postar um comentário